Leonardo di Caprio vai produzir a versão com atores do manga e vai ser divida em duas partes, sendo que a primeira vai ser lançada em 2009.
Será que essa empreitada dará certo? É fato que o manga é um sucesso, o anime foi bem fiel à história, mas será que o filme vai conseguir reproduzir todas as sutilezas do roteiro? Complicado.
Vamos ver, né?
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quinta-feira, 21 de fevereiro de 2008
sábado, 26 de janeiro de 2008
Control - Anton Corbijn
Não sou muito de resenhar filmes mesmo porque não sou um viciado em cinema (meus filmes favoritos são geralmente lugares comuns pra muita gente), mas esse filme merece nem que seja uma nota sobre ele aqui.Control, lançado em 2007, retrata a vida de Ian Curtis, vocalista do Joy Division, desde seu namoro com Deborah até o seu suicídio na Barton Street, nº 77. Anton Corbijn, o diretor, é um fotógrafo renomado do pós-punk, sendo que sua primeira foto de banda foi o Joy Division (ele tirou fotos também do Depeche Mode, REM e U2). O filme conseguiu superar minhas expectativas e imagino que tenha feito o mesmo para a maioria dos fãs de Joy Division. Talvez o que tenha dado um clima nostalgico e real para o filme foi ter sido gravado em filme preto e branco. Apesar de ser sobre um vocalista, o filme não é um musical e se restringe apenas a sons ambientes e aos shows do Joy Division. A história é envolvente e foi contada maravilhosamente por Corbjin, sendo que a cena final foi perfeita, sem mostrar em nenhum momento o corpo de Ian.
Os atores ficaram muito parecidos com os originais [vide fotos] e Sam Riley conseguiu demontrar a sutil destruição de Ian com seus gestos e expressões.
Control é a partir de hoje meu filme favorito.


Semelhanças: a primeira foto é a Joy Division original, a segunda são os atores de Control.
sábado, 29 de dezembro de 2007
Magical Mystery Year
O ano está no fim e não vou ser piegas e dizer um monte de bobagens sobre como o ano se passou e etc.
Vou deixar o blog apenas com 7 clipes até sei lá quando.
http://www.youtube.com/watch?v=G1G28NWjhL8
Common ft. Lily Allen - Drivin' me Wild
http://www.youtube.com/watch?v=0VcGJZpfl1c
New Order - Age of Consent
http://www.youtube.com/watch?v=abFsnnsa_6A
Sonic Youth - Death Valley '69
http://www.youtube.com/watch?v=X4sxblW40vQ
Drama Beat - Compulsive Needed Heart
http://www.youtube.com/watch?v=lZMKzGFb0iU
Frank (Just Frank) - Die in Bed
http://www.youtube.com/watch?v=iLjgYmtQVL8
The Silent Party - Illusion
http://www.youtube.com/watch?v=JLxGQnUutuw
Axis Reverb - Song to the Cancer Girl
Feliz Ano Novo pra todos!
PS:Eu ia colocar aqui pra assistir direto, mas a página ficou muito carregada, não dava pra assistir os videos, então resolvi colocar o link do clipe no youtube.
Vou deixar o blog apenas com 7 clipes até sei lá quando.
http://www.youtube.com/watch?v=G1G28NWjhL8
Common ft. Lily Allen - Drivin' me Wild
http://www.youtube.com/watch?v=0VcGJZpfl1c
New Order - Age of Consent
http://www.youtube.com/watch?v=abFsnnsa_6A
Sonic Youth - Death Valley '69
http://www.youtube.com/watch?v=X4sxblW40vQ
Drama Beat - Compulsive Needed Heart
http://www.youtube.com/watch?v=lZMKzGFb0iU
Frank (Just Frank) - Die in Bed
http://www.youtube.com/watch?v=iLjgYmtQVL8
The Silent Party - Illusion
http://www.youtube.com/watch?v=JLxGQnUutuw
Axis Reverb - Song to the Cancer Girl
Feliz Ano Novo pra todos!
PS:Eu ia colocar aqui pra assistir direto, mas a página ficou muito carregada, não dava pra assistir os videos, então resolvi colocar o link do clipe no youtube.
sexta-feira, 14 de dezembro de 2007
Nightmare can beat you
Novo clipe que eu fiz pro Axis Reverb.
As imagens foram extraídas de um documentário sobre esquizofrenia e é dos anos 40. eu só encaixei a Dream Wave por cima das cenas cortadas, algumas estão aceleradas. Foi divertido reencontrar esse site, eu sempre quis fazer clipes com filmes que estão em domínio público. Tenho mais dois projetos de filmes, um com cenas de guerra pra Forlorn Hope e outro com alguma música no Drugs Are Like That.
O site onde peguei o filme é: http://www.archive.org/details/Symptoms1940
E aqui o clipe:
As imagens foram extraídas de um documentário sobre esquizofrenia e é dos anos 40. eu só encaixei a Dream Wave por cima das cenas cortadas, algumas estão aceleradas. Foi divertido reencontrar esse site, eu sempre quis fazer clipes com filmes que estão em domínio público. Tenho mais dois projetos de filmes, um com cenas de guerra pra Forlorn Hope e outro com alguma música no Drugs Are Like That.
O site onde peguei o filme é: http://www.archive.org/details/Symptoms1940
E aqui o clipe:
quinta-feira, 13 de julho de 2006
Kung Fu Series, Part 1
IIIIIIIIIIIIIIÁÁÁÁÁÁÁÁÁÁÁ
(efeitos sonoros toscos comandam!)
Hoje, povo que lê essa joça, vou falar de dois filmes que eu vi essa semana. Vocês gostam de Kung Fu? Filmes toscos mas ótimos? Violencia chinesa? Então você precisa ver esses dois filmes.
O primeiro que eu vou comentar se chama "O Mestre da Guilhotina Voadora" ("Master of the Flying Guillotine", aka "The One Armed Boxer vs. the Flying Guillotine", que em chinês é "Du bi quan wang da po xue di zi"). Esse filme é de 1975 e influenciou muita gente por ai, incluindo Quentin Tarantino (que usa até uma música do filme) e jogos de luta em geral (principalmente Street Fighter e Mortal Kombat, mais pra frente explico porque). O filme é uma continuação do filme One-Armed Boxer (não sei como se chama em português) sobre o Boxeador de Um Braço Só. O filme já começa com o velho cego Fung Shen Wu Chi, que é simplesmente o mestre da guilhotina voadora (vide foto). É muito bizarro essa cena inicial, mas o mais bizarro é que a música tema do Guilhotina é do NEU!. Cada vez que o chinês aparece, toca o famoso remix "Super 16" (o próximo review que eu fizer de disco será do NEU! 2, ai vocês entenderam porque remix). E é essa música que Quentin reutiliza no Kill Bill (não lembro onde, preciso rever o K.B.). No primeiro filme, o Boxeador mata dois discipulos do Guilhotina, e agora nesse filme o mestre da arma mais bizarra que eu já vi quer vingança!
Então ele parte em busca do Boxeador de Um Braço Só... É um filme que garante boas risadas (se você souber ver) e boas cenas de ação. Claro, há os erros, comuns num filme chinês de 1975! Numa luta de um outro lutador sem um braço, você vê nitidamente o braço embaixo do lutador, e mesmo o Boxeador não escapa, você percebe o braço dele na altura da barriga, escondido. Garantia de gargalhadas, apesar do filme ser espetacular e muito bem escrito, com lutas e desfechos bem inteligentes. No meio do filme há um torneio de artes marciais, bem no estilo Dragon Ball, Mortal Kombat, etc., e nesse torneio existe dois personagens intrigantes: um é identico ao Dalshim do Street Fighter, com aquela habilidade de esticar os braços (muito bizarro, por ser um chinês disfarçado de indiano!) e o outro é parecido com o Raiden, só que é um pilantrão (Vence-sem-Faca Yakuma, qe no fim das contas vence com uma faca).O mais interessante é o uso das músicas de duas bandas alemãs, o NEU! (como eu já citei antes) e o Kraftwerk. Sim, os deuses da música eletronica tem duas ou tres músicas deles no filme, todas do disco Autobahn. Extremamente bizarro!
O segundo filme que eu irei comentar se chama "A Fúria do Mestre" ("Rage of the Master"). De acordo com a capa do meu DVD, é o filme de kung fu mais violento que já produziram. Exageros a parte, o filme é realmente MUITO violento. Não tem tanto sangue, ninguém é cortado ao meio, mas o que morre de gente nesse filme nem Quetin Tarantino conseguiu repetir. Kill Bill é nitidamente inspirado numa cena mais ao final do filme, onde o herói luta num "bar" (que nesse caso, é mais ou menos um cassino chinês). Bom, vou avisar desde já que não me lembro dos nomes dos personagens, espero que vocês entendam meu resumo!Bom, a história é a seguinte: Tinha uma escola de artes marciais, onde o pai da heroina era o dono. Pois bem, ai chegam os vilões que querem o lugar pra montar um cassino (como eu disse anteriormente), e vão tomar a força. Matam meio mundo, inclusive o pai e a mãe da heroina. Ela foge com o irmão e com mais dois discipulos do pai dela (um pai e filho). O tiozinho da a idéia de ir procurar o Herói do filme, que se recusa a ajudar por causa da mãe. Então alguns acontecimentos bizarros ocorrem no filme e no fim das contas a velha deixa o filho ajudar, mas os vilões acham e matam todo mundo, literalmente. Carnificina pura! Então o herói parte pra vingança (sempre ela) e mata todos os vilões. É nessa parte que a cena "Kill Bill" aparece. É um filme tosco, de 1975 também, mas é muito bom pra quem gosta de violencia, artes marciais e filmes toscos (como eu).
Bom, espero que tenham entendido meus resumos e espero também que você tenha se interesado pelos filmes. Lembre-se, é tosqueira pura, cenas ridiculas, dialogos sem nexo, mas pra quem gosta disso, são filmes perfeitos! E olha, baratinho comprar. R$9,90 no supermercado mais próximo de você.
P.S.: ITÁÁÁLIA TETRA CAMPEÃÃÃÃÃ! Parabéns à Azurra (extremamente atrasado =P)
sábado, 8 de julho de 2006
Labirinto - Jim Hensson (filme) / David Bowie (LP)
Hoggle, o matador de fadinhas!
(Onde estaria o Minotauro???)
(Onde estaria o Minotauro???)
David Bowie na telona? Sim! O grande trunfo do filme Labirinto, a magia do tempo é sem dúvida alguma nosso querido David Bowie.
O filme é de '86 e traz no elenco (além de David) Jennifer Connelly (ela fez recentemente Hulk e Réquiem para um Sonho) e os bonecos de Jim Henson. Sabe quem é Jim Henson? Além do diretor desse filme, ele é o cara que criou os MUPPETS! Sim, Caco o sapo é dele. E outra coisa que me impressionou também é o fato do roteiro ter sido escrito por Terry Jones, um dos integrantes do MONTY PYTHON (sim, aqueles ingleses insanos hahahaha), só que de acordo com o IBDM, o roteiro dele só foi utilizado até a hora da maçã (aliás, entrem no site, na página do Labirinto [clique aqui])! Ah, quase esqueci o mais importante: GEORGE LUCAS (é, o cara do Star Wars) é o produtor executivo (ou seja, o cara que patrocina, da a grana).
O filme é o seguinte: Sarah (Jennifer) é uma garota sonhadora que gosta de fantasiar a vida. A primeira cena é ela declamando uma parte do livro fvorito dela (que não por acaso se chama Labirinto e é sobre duendes). Só
que ela tem um "problema": ela tem que cuidar de seu irmãozinho, Toby. Mas um dia ela se enche e pede para que os duendes levem seu irmãozinho. Nessa hora, eis que surge nosso amado David Bowie no papel de Jareth, o rei duende e fala pra Sarah que vai levar o pequeno Toby como um presente. E assim Sarah parte em busca de Toby por entre o Labirinto. E no caminho ela encontra vários obstaculos e 3 amigos: Hoggle, Ludo e Didymus (hahaha esse ultimo é demais! Bem a lá Muppets. Ah, ele tem um cachorro, o Ambrosius =S).O filme é primariamente para crianças, mas juro pra vocês que é um filme maravilhoso. Sim, tem umas cenas meio toscas, a atuação de Jennifer não é 100%, mas no conjunto da obra ele é um filme divertido. Sessão da tarde total, vale a pena (mais ainda pelo Bowie com aquele cabelo hahaha).
Mas....
...e a trilha sonora, vocês perguntam?
Rá, eu respondo. É ótima! Acho que é um dos melhores discos dos anos 80 do Bowie. O disco é a trilha sonora do filme, então por consequencia, há as músicas que o Bowie canta e as músicas de background (BG). Claro, as músicas de BG parecem mais jogo do Mega Drive, mas são ótimas. Aliás, quase esqueci. O Long Play não é exclusivamente de David. Trevor Jones, compositor de filmes, é quem fez as faixas de BG e a trilha de abertura (junto com David, letras do David, arranjo do Trevor).
Faixa a Faixa: =D
1- Opening Titles Including Underground: É a música de abertura do filme, incluindo algumas linhas da Underground. "Não me diga que a verdade dói, garotinha/Porque dói como o inferno". Belas letras para um filme pra crianças!
2- Into the Labyrinth: Instrumental mega-drive!
3- Magic Dance: Do you remind me of the baby! Rá, duvido que você não se sinta num dia ensolarado cantarolando essa música sobre poder do vudu e magias com rabinhos de cachorrinhos e lesmas e caracóis.
4- Sarah: Outra instrumental mega-drive BG.
5- Chilly Down: Você já viu o filme? Então não vai se esquecer da cena dos duendes loucos que
ficam trocando de cabeça hahahaha Ótima música!
6- Hallucination: É mais uma instrumental Mega-Drive BG, mas no final há um preview da As the World Falls Down. Essa música aparece na hora que a Sarah come a maçã! (Estraguei o filme, será? =S)
7- As the World Falls Down: DUVIDO! Eu repito: DUVIDO que você nunca tenha ouvido essa música. Pode não lembrar, mas já ouviu! Linda música de amor! Tem fã de Bowie que não gosta, mas eu adoro (por motivos que prefiro guardar pra mim)!
8- The Goblin Battle: Essa é minha BG favorita! Essa é mega-drive total!
9- Within You: Ah, essa é outra cena memoravel do filme, Jahret fazendo seus malabares e cantando. E o Toby só fugindo! 10- Thirteen O'Clock: Outra BG mega-drive. Essa aparece um pouco antes do final do filme, na hora que Sarah conversa com Jahret. Se você viu o filme, vai entender o porque do nome da música ser 13.00
11- Home at Last: Êêêê! Home at last! Essa aparece na hora que Sarah retorna pra casa (dããã, num é óbvio?).
12- Underground: Final feliz, todo mundo feliz, Jim Henson e David Bowie felizes. Música maravilhosa, toca no final do filme e no final do disco, claro!
Pronto, agora você tem por obrigação pelo menos ver (ou rever) o filme, clássico da infancia de muita gente e agora é clássico da minha adolescencia! O disco (vinil) você acha em qualquer sebo, só dar uma procurada, e é baratinho. O filme já é mais difícil, pois nas locadoras é duro de achar. O mais fácil é comprar mesmo, ou pegar emprestado de alguém (que é o meu caso!). Mas não deixe de ver (ou ouvir) o Labirinto e sua magia do tempo.
Pronto, agora você tem por obrigação pelo menos ver (ou rever) o filme, clássico da infancia de muita gente e agora é clássico da minha adolescencia! O disco (vinil) você acha em qualquer sebo, só dar uma procurada, e é baratinho. O filme já é mais difícil, pois nas locadoras é duro de achar. O mais fácil é comprar mesmo, ou pegar emprestado de alguém (que é o meu caso!). Mas não deixe de ver (ou ouvir) o Labirinto e sua magia do tempo.
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