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terça-feira, 1 de janeiro de 2008

Little Nemo in Slumberland (HAPPY NEW YEAR)



Queria achar uma versão em inglês dessa tira, mas não deu.
Pelo que me lembro ele vai falando que o mundo tá diminuindo e um conflito assim, até que o Ano Velho aparece e começa a cair e puxar Nemo, que reclama mas o Ano diz que só estava se estabilizando, ele dá um adeus e Nemo conversa com o Ano Novo e então ele acorda, não lembro o que a mãe de Nemo diz a ele.

terça-feira, 20 de novembro de 2007

Fritz the Cat

Mais que um símbolo da contracultura, esse gato é um filho da puta.

Nunca tinha lido nada de Robert Crumb, sempre achei interessante os desenhos dele com mulheres cheias de curvas, coxas grossas e bunda grande. E por obra do acaso, vi um clipe do Guru com o Common (vou colocar o vídeo no final do post) e achei a coisa mais legal que eu já vi. A música é um rap mais Old School, mas não apurei e não sei quem é o Guru nem o Common (parece que são grandes rappers do underground americano, ainda não sei). E então fui ver o clipe no youtube e descobri que ele foi feito com cenas do filme do Fritz The Cat, do Crumb. E então, como já entrei nesse mundo dos scans de gibis, já achei o do Fritz e li inteiro.

É ácido, meio bobo às vezes e cheio de putaria que todo adolescente introspectivo gostaria de fazer. O Fritz em certos momentos é um imbecil sacana, às vezes é só um cara normal tentando sobreviver numa cidade grande. Como nessa cena, em que por sinal ele foi sacana pra ganhar as garotas de um "corvo":

Clique pra ver em tamanho natural


Aliás, esse mundo de pseudo-arte é bem retratado pelo Crumb. E concordo com ele. Tem uma cena, um pouco anterior a desse quadrinho que coloquei acima, na qual dois amigos dele começam a brigar pra provar quem tem mais sensibilidade. É ridiculo! E não é muito diferente da realidade. Também nos quadrinhos existe a questão das drogas, sexo e coisas mais, sempre bem explícita e até engraçada, como a cena da orgia na banheira, hahaha.

Fritz é um marginal, sem dúvida, apesar de ser um universitário e em uma história até ser agente secreto e depois casado, e na última, um superstar. O final, já que tocamos no assunto, é a única crítica que eu posso ter sobre Crumb em relação ao Fritz. Um personagem famoso não pode ser morto. Por mais que o autor o abandone, ele não morre se o público gostar. Elektra, até onde vai minha intelectualização quadrinistica, é um exemplo disso. Morreu, mas foi ressucitada algum tempo depois, mas num contexto decente. Era a personagem mais famosa e Frank Miller a matou por pura "vaidade" (sempre quis usar essa palavra numa resenha!). Só que Crumb o matou de um jeito tão idiota e por causa do filme ( li que Crumb não gostou do resultado, já que ele ajudou a montar o filme e então saiu espalhando que fizeram sem a aprovação dele) e porque idiotas que ele criticava com o personagem haviam se tornado fãs do gato. É um preço a se pagar, e não se mata um personagem por causa disso.

E termino esse post com o clipe do Guru e Common, da música State of Clarity com o filme do Fritz:

domingo, 18 de novembro de 2007

Comics 2




Mais dois desenhos, esses são desenhos de fotos da minha namorada. =)
Onda de desenhos...

quarta-feira, 14 de novembro de 2007

Desenhos...



Primeira tentativa de algo bobo no photoshop. Acho que até deu certo...
Pra abrir a imagem em tamanho maior, só clicar nela, todo mundo deveria saber isso...

Well, talvez eu os transforme em personagens pro meu quadrinho. Who knows...

terça-feira, 13 de novembro de 2007

Comics

Entrei numa onda de quadrinhos!

Após algumas pequenas influências de amigos, resolvi me adentrar por esse vasto (e difícil) mundo das artes seqüenciais. Então, após o meu pouco proveitoso incurso ao manga lendo AKIRA, de Katsuhiro Otomo a algumas semanas fui a biblioteca da minha faculdade e peguei pra ler o "Desvendando os Quadrinhos", de Scott McCloud, já recomendado por amigos meus.

Esse livro expandiu algumas idéias que tinha sobre os quadrinhos e me fez reparar que eles não são apenas aquela bobagem que vemos nas bancas sobre super-heróis de roupas apertadas e cuecas por cima das calças. Me fez querer escrever uma história. E até esta presente data ainda nada fiz. Mas farei.

E nesse meio tempo, no qual descobri que minhas habilidades de desenhista não foram totalmente relegadas a quinto plano, descobri como baixar scans dos gibis e novelas gráficas. Apesar disso, o único gibi que li mais da metade foi o Sandman, o qual eu peguei da biblioteca da faculdade. Além dele, o máximo que li foi a primeira história de Sin City e estou lendo o segundo livro do McCloud, "Reinventando os Quadrinhos", que também é muito bom (até agora porque não terminei e isso é óbvio).

Minhas próximas leituras serão:
Maus, de Art Spiegelman;
Domu, de Katsuhiro Otomo;
Love and Rockets, dos irmãos Hernandez (inspirou, sim, a banda de mesmo nome);
A Garagem Hermética, de Moebius (pelo menos algumas edições);
e terminar Sin City, do Frank Miller.

E ai mais pra frente eu pego algo que me for indicado, talvez eu consiga terminar de ler o Sandman também e pego referências suficientes pra fazer o meu próprio quadrinho, quem sabe...

Veremos. Estou bem otimista quanto a isso.