Em épocas tristes onde politicos como Dr. Enéas morre, o samba morre, o pagode morre e o emo não morre, se mata, ainda há na cena brasileira aquela coisa chata e ignorante da baladinha/harcore/emo/hard-rock-farofa-fuleiro + metal sem criatividade.
No mainstream das rádios e myspace/trama virtual e afins vemos a enxurrada de bandas Emo/HC das quais nenhuma traz nada de diferente para a própria cena. Outro dia ouvindo rádio percebi como nada muda desde que os raimundos fizeram o ao vivo MTV (faz tempo isso hein?). Ao escutar uma certa música de uma certa banda (que eu não fiz questão nem de querer saber e mesmo se quisesse eu parei de ouvir rádio antes do locutor falar), notei todos os clichês, as falsidades e letras mediocres. Como todos sabem, não é só na música que isso acontece, em todo lugar há algum babaca pra não fazer seu serviço direito ou fazer "nas coxas". E essa tal banda era de um HC pop que Blink 182 revira em seu tumulo. O fato é que como esse paragrafo, a tal música não acrescentou em nada e mesmo assim ela teve a chance de tocar na rádio.
Mas qual o problema disso, vc me perguntaria? Pra mim nenhum, o pessoal da banda provavelmente lutou pra estar lá, tem público (que sofre de falta de cultura ou de bom gosto, um dos dois) e teve sorte (ou um bom empresário/contatos/pai). Fato é que essas bandas só tem sua chance porque outras não lutam.
Um exemplo de que música não é emprego e não deve ser tratado como manufatura é o Cansei de Ser Sexy. As garotas montaram a banda por montar, pra brincar (o nome veio da Beyonce que disse que tava cansada de ser sexy... hahaha). A coisa foi crescendo e hoje eles são cultuados na Europa e States. Mas me diga, você os viu na MTV hoje? Você os viu fazendo Faustão, Gugu ou mesmo o Pânico? Suas músicas tocam nas rádios ou pelo menos tem algum crédito na cena brasileira?
Pra maioria das perguntas a resposta é não pois ninguém liga. Primeiro porque é em inglês e existe, como sempre existiu, uma briga entre português versus inglês. Segundo porque é um som não-brasileiro, não-emo/hc, não hard-rock/metal e muito menos pop (tudo isso vende no Brasil).
Se você quer montar uma banda, pelo menos tenha a decencia de dizer algo com ela, de não ser uma cópia de alguma coisa e de não se limitar aos clichês impostos pelo seu genero (e quem diz que rótulo é pra remédio é no minimo imbecil, pois não ter gênero não significa originalidade).
Antes de montar uma banda faça três coisas:
1º Leia um livro bom
2º Leia um dicionário
3º Ouça mais música (só ouvir suas bandinhas HC ou emo ou hard rock não vão te ajudar em nada e você será só mais um infestando a cena)
Depois eu vou fazer o meu manual de como montar uma banda boa ;)
terça-feira, 8 de maio de 2007
quinta-feira, 12 de abril de 2007
It's a Procession.
Após anos de limbo musical do Rock, relegado a apenas mero produto comercial no fim dos anos 90 graças a inumeras bandas que hoje nem me lembro mais, o rock (dizem) deu a volta por cima em 2000. Já estamos em 2007 e não mudou muita coisa de lá pra cá...
Como tudo na vida é um ciclo, o rock também já teve seus altos e baixos antes, com o big-bang-boom do Elvis Presley e que então foi apagada com as bandas dos anos 60 como os Beatles e entrou em decadencia no meio dos anos 70 com as bandas de rock progressivo que estavam pose demais e música de menos. Então acontece o segundo Big Bang com o Punk, que logo vira grife, entram os anos 80 e suas bandas New Wave todas coloridas ou Darks com seus sons obscuros. Chegamos nos anos 90 e temos a volta ao rock sujo do punk com o metal do Black Sabbath com o Grunge e todas suas bandas, que logo também viram moda. Ao mesmo tempo do grunge vêm a tona também o Hard Rock farofa dos Guns'n'Roses, que nos anos 90 entraram em decadencia (e faz uns 15 anos já que esperam o disco deles [deles eu digo o Axl]). Então, limbo. Nada de novo. O máximo que os anos 90 nos deram foi Radiohead e Oasis (o segundo de gosto duvidoso, é mais pose e baladinhas atualmente).
Então nos deparamos com o novo século, bug do milênio e essas coisas. Então eis que surge "a salvação do rock" com os Strokes. Depois deles surgem então várias bandas de Nova Yorke, como Interpol (e outras que provavelmente já voltaram pro limbo). Também surge, nos EUA, o White Stripes, revolucionando muita coisa. Essas eram nossas salvações. E até que salvaram, mas a que custo, já que hoje o mundo é dominado pelos emos e indies. Os mais pedantes são os Indies, os pseudo-intelectuais. Não nego, ouço bandas indies, tais quais Modest Mouse, Clap your Hands Say Yeah, Yeah Yeah Yeahs... CSS... Mas as atitudes perante o rock atualmente não são das melhores. Tanto que a banda com mais atitude revolucionária e herege é o Klaxons e mesmo assim são uns bastardos. New Rave? Ok. E quanto aos emos? Música pra adolescente, assim como o rock foi um dia, todo mundo deveria saber isso. Elvis não foi feito pra pseudo adultos de 23 anos de idade dançarem e sim para garotas de 14 anos gritarem pelo rebolado dele. Beatles era uma banda pra adolescentes também, mas graças a deus eles desistiram disso e pararam de fazer show. Emos são só a versão nova pra adolescentes. Vender sempre foi o forte do rock.
Mas como eu estou desviando demais e estou me tornando um cara chato, vamos falar do que interessa. Eu ultimamente li na Rolling Stone sobre as bandas novas que estão dominando as cenas. Klaxons, Long Blonds, Grizzle Bears, The Decemberists. Mas o que me chamou a atenção foi a atenção especial para a banda The Shins, ganhando a primeira página inteira da reportagem enquanto as outras bandas foram divididas em duas por página. Resolvi ver qual era a dessa banda. Me decepcionei. Encontrei foi só mais uma banda indie na qual não acrescenta muita coisa, talvez pela letra (sim, não li as letras). Mas não é uma banda pela qual me apaixonei, como foi com os Klaxons, outra banda na tal reportagem e que teve uma atenção muito pequena, uma banda que mescla disco com um pouco do punk contestador e com letras tiradas de livros que todo bom pós-punker inglês teria lido lá nos idos de 1977, mas antes de alguém falar alguma coisa é bom deixar claro que os Klaxons não se inspiraram nos anos 80. Pois é, se inspiraram nos anos 90 e 70 provavelmente, o que é o certo.
E já que estamos falando de bandas retros, lembremos do Bloc Party, banda essa liderada por Kele Okereke. Depois do primeiro disco permeado de influencias do pós-punk original, pitadas de glam e letras sobre a vida urbana da Inglaterra, veio o segundo disco, que vazou meses antes do lançamento e que mostra uma direção diferente pros Parties. É certo que há a antiga maldição do segundo disco, mas as que passaram até agora se mantêm fieis. Além do Bloc Party, há também o Futureheads que se manteve bem. Já não posso dizer isso sobre o Kaiser Chiefs (já que ouvi pouco o primeiro disco e nem encostei no segundo, mas ouvi criticas péssimas).
Pra completar nosso giro pela história, vamos falar de New Order. Ontem resolvi ouvir o disco dois do Substance e acabei me recordando do quanto eles eram bons. A transição de Joy pra Order foi gradual, mas eu simplesmente amo as faixas da transição do Movement pro Power Corruption and Lies (Procession, In a Lonely Place, Cries and Whispers [lá chamada de Mesh]). Mas entãou eu ouço as músicas atuais e não vejo mais o mesmo brilho de antes, mesmo com as faixas mais dances do Technique ou Republic.
A verdade é que eu sinto falta das músicas de verdade e são poucas que eu ouço hoje. Não que eu também viva reclamando, mas a cena precisa ser mudada. É o que eu espero.
Como tudo na vida é um ciclo, o rock também já teve seus altos e baixos antes, com o big-bang-boom do Elvis Presley e que então foi apagada com as bandas dos anos 60 como os Beatles e entrou em decadencia no meio dos anos 70 com as bandas de rock progressivo que estavam pose demais e música de menos. Então acontece o segundo Big Bang com o Punk, que logo vira grife, entram os anos 80 e suas bandas New Wave todas coloridas ou Darks com seus sons obscuros. Chegamos nos anos 90 e temos a volta ao rock sujo do punk com o metal do Black Sabbath com o Grunge e todas suas bandas, que logo também viram moda. Ao mesmo tempo do grunge vêm a tona também o Hard Rock farofa dos Guns'n'Roses, que nos anos 90 entraram em decadencia (e faz uns 15 anos já que esperam o disco deles [deles eu digo o Axl]). Então, limbo. Nada de novo. O máximo que os anos 90 nos deram foi Radiohead e Oasis (o segundo de gosto duvidoso, é mais pose e baladinhas atualmente).
Então nos deparamos com o novo século, bug do milênio e essas coisas. Então eis que surge "a salvação do rock" com os Strokes. Depois deles surgem então várias bandas de Nova Yorke, como Interpol (e outras que provavelmente já voltaram pro limbo). Também surge, nos EUA, o White Stripes, revolucionando muita coisa. Essas eram nossas salvações. E até que salvaram, mas a que custo, já que hoje o mundo é dominado pelos emos e indies. Os mais pedantes são os Indies, os pseudo-intelectuais. Não nego, ouço bandas indies, tais quais Modest Mouse, Clap your Hands Say Yeah, Yeah Yeah Yeahs... CSS... Mas as atitudes perante o rock atualmente não são das melhores. Tanto que a banda com mais atitude revolucionária e herege é o Klaxons e mesmo assim são uns bastardos. New Rave? Ok. E quanto aos emos? Música pra adolescente, assim como o rock foi um dia, todo mundo deveria saber isso. Elvis não foi feito pra pseudo adultos de 23 anos de idade dançarem e sim para garotas de 14 anos gritarem pelo rebolado dele. Beatles era uma banda pra adolescentes também, mas graças a deus eles desistiram disso e pararam de fazer show. Emos são só a versão nova pra adolescentes. Vender sempre foi o forte do rock.
Mas como eu estou desviando demais e estou me tornando um cara chato, vamos falar do que interessa. Eu ultimamente li na Rolling Stone sobre as bandas novas que estão dominando as cenas. Klaxons, Long Blonds, Grizzle Bears, The Decemberists. Mas o que me chamou a atenção foi a atenção especial para a banda The Shins, ganhando a primeira página inteira da reportagem enquanto as outras bandas foram divididas em duas por página. Resolvi ver qual era a dessa banda. Me decepcionei. Encontrei foi só mais uma banda indie na qual não acrescenta muita coisa, talvez pela letra (sim, não li as letras). Mas não é uma banda pela qual me apaixonei, como foi com os Klaxons, outra banda na tal reportagem e que teve uma atenção muito pequena, uma banda que mescla disco com um pouco do punk contestador e com letras tiradas de livros que todo bom pós-punker inglês teria lido lá nos idos de 1977, mas antes de alguém falar alguma coisa é bom deixar claro que os Klaxons não se inspiraram nos anos 80. Pois é, se inspiraram nos anos 90 e 70 provavelmente, o que é o certo.
E já que estamos falando de bandas retros, lembremos do Bloc Party, banda essa liderada por Kele Okereke. Depois do primeiro disco permeado de influencias do pós-punk original, pitadas de glam e letras sobre a vida urbana da Inglaterra, veio o segundo disco, que vazou meses antes do lançamento e que mostra uma direção diferente pros Parties. É certo que há a antiga maldição do segundo disco, mas as que passaram até agora se mantêm fieis. Além do Bloc Party, há também o Futureheads que se manteve bem. Já não posso dizer isso sobre o Kaiser Chiefs (já que ouvi pouco o primeiro disco e nem encostei no segundo, mas ouvi criticas péssimas).
Pra completar nosso giro pela história, vamos falar de New Order. Ontem resolvi ouvir o disco dois do Substance e acabei me recordando do quanto eles eram bons. A transição de Joy pra Order foi gradual, mas eu simplesmente amo as faixas da transição do Movement pro Power Corruption and Lies (Procession, In a Lonely Place, Cries and Whispers [lá chamada de Mesh]). Mas entãou eu ouço as músicas atuais e não vejo mais o mesmo brilho de antes, mesmo com as faixas mais dances do Technique ou Republic.
A verdade é que eu sinto falta das músicas de verdade e são poucas que eu ouço hoje. Não que eu também viva reclamando, mas a cena precisa ser mudada. É o que eu espero.
sábado, 24 de março de 2007
Haircut 100 - Pelican West
Corte de Cabelo Cem!
Eu falei que ia escrever sobre um disco que eu não gostei tanto. Mas eu gosto do Pelican West! O Haircut 100 pra quem não sabe é uma banda de New Wave inglesa, bem no estilão funkeado e mais pop. Esse é o primeiro disco deles e eu gosto bastante dele. Mas não inteiro né. Tem seus pontos fortes e seus pontos fracos, dos quais eu logo mais irei comentar.
A banda é aquela tipica banda anos 80. Estranhona, dançavel, divertido. Mas o Haircut tem um plus: Nick Heyward, o vocalista insano. Era ele quem escrevia pérolas como "Porque, Oh, porque, Brigada de Incendio Limão, porque?" e "Eu não consigo tempo, chamando uma vez e chamando de novo no leite filme". Interessante, não?
Mas só que existem certas faixas do disco que eu realmente não me interessei completamente. Como a "Baked Bean" (que tem um swing bem cool) e "Surprise Me Again". Mas pra compensar existe três músicas que você precisa prestar uma certa atenção: "Love Plus One", essa que é o segundo single do disco e jogou o Haircut no mainstream, "Favourite Shirts (Boy Meets Girl)", que foi o primeiro single deles, esse não muito sortudo quando o segundo, e "Lemon Firebrigade", que é minha favorita do disco e que realmente lembra um sambinha inglês. Outra música que eu gosto bastante é "Calling Captain Autumn", essa mais roque em alto mar.
E apesar de ser um disco bem funkeado, com um ritmo legal, ele é pop oitentista. E esse é o pecado, na minha visão, da banda. Uma versão praiana/maritma de Roxy Music, talvez. Falando nisso, o Pelican West tem todo esse ar de praia, mar, barquinhos e essas coisas. E isso é o mais legal, talvez o que me ainda interessa nesse disco. Se em certas músicas o saxofonista não soasse tanto quanto Kenny G eu talvez gostasse mais! Mas mesmo isso não tira a minha indicação, pra você garoto ou garota. Já aviso, é pop estranhão dos anos 80, mas é interessante e eu recomendo pra quem gosta de ouvir coisas diferentes.
segunda-feira, 12 de março de 2007
Captain Beefheart and his Magic Band - Doc At the Radar Station
O Capitão no seu estado mais "pós-punker" possivel
Mas isso não pode ser porque o pós-punk sem ele não existiria!
Falar de Captain Beefheart é algo complexo, assim como sua arte. Nascido nos EUA, mais precisamente na Califórnia, Captain Beefheart (Don Van Vliet pros intimos) é um gênio da música contemporânea. Criou o disco mais bizarro da história da música (Trout Mask Replica [1969]. ouça ele 10 vezes pra começar a achar que compreende...), nunca teve sucesso nem o devido respeito como teve seu amigo Frank Zappa (os dois eram amigos na escola e Frank produziu o Trout Mask Replica) mas é sem dúvida influente no rock feito nos anos 80. Sem aqueles slides, vocais estranhos, tempos bizarros e letras surreais, imagine o pós-punk... nada feito. Desde Pere Ubu, B-52's, Birthday Party até Franz Ferdinand (que cita esse album que eu vou comentar aqui como influencia no segundo disco deles), todo mundo deve a alma musical ao Captain Beefheart e sua Banda Mágica! Don largou a música no disco Ice Cream For a Crow (1982) e foi pintar, seu dom maior. Don Van Vliet compõe como pinta, então imagina só...
Captain Beefheart é um marco da música. Sabiam que ele é um dos artistas com mais alcance vocal? Ele chega num grave fudido e no agudo consegue quebrar vidro. O cara é foda vai! Mas recomendo a ouvir com a mente aberta, senão fique longe. É muito bizarro, é estranho, mas quando você entende é a melhor coisa do mundo depois dos Beatles no Sgt Peppers. Outro fato curioso sobre a banda é que o clipe de Ice Cream For a Crow foi rejeitado pela MTV por ser considerado muito bizarro. Imaina só! Eu adorei, é bem estranhão, no deserto, mas é super divertido ver Don Van Vliet e seu chapéu caracteristico cantando no meio de cactos e de um trailer (que provavelmente é o dele, não me lembro). Ta ae embaixo pra vocês verem.
Finalizando: Captain Beefheart and his Magic Band não é pra qualquer um. Tenha em mente que você vai invadir território inimigo e vai tomar porrada na cabeça. Mas depois é só "bliss and heaven".
Nota: 5/5.
[PS: To devendo um disco ruim aqui, depois eu posto!]
[Site em inglês pra introdução ao Capitão: http://www.cultcargo.net/modules/AMS/article.php?storyid=203]
quinta-feira, 8 de fevereiro de 2007
Klaxons - Myths of the Near future
Galera, vazou já o disco viu?
Tudo pra ser o disco de 2007. Isso se o CSS não tiver a idéia de lançar disco novo esse ano, o que seria uma "desgraça" pros Klaxons! hahaha.
Bom, esse disco é 'praticamiente' nota 4,9 de 5.
[ps: to abandonando esse blog meio por causa dos sites do axis né, tá embaçado. Logo mais eu escrevo coisas decentes por aqui...]
Tudo pra ser o disco de 2007. Isso se o CSS não tiver a idéia de lançar disco novo esse ano, o que seria uma "desgraça" pros Klaxons! hahaha.
Bom, esse disco é 'praticamiente' nota 4,9 de 5.
[ps: to abandonando esse blog meio por causa dos sites do axis né, tá embaçado. Logo mais eu escrevo coisas decentes por aqui...]
quarta-feira, 31 de janeiro de 2007
Nenhum review hoje
Pois é.
To passando aqui pra dizer que talvez eu crie um blog pessoal, não igual a essa porra que eu chamo de "blog jornalistico experimental". Eu não gosto de blogs, te expõem demais e minha vida nem é tão legal assim pras pessoas ficarem fuçando. Talvez eu o transforme num blog do axis, talvez... I dunno yet. É o mais provavel.
Falando no axis...
Estou com a idéia pra um disco muito interessante. Vai se chamar Zodiac. Tá muito legal. Isso eu explico depois.
Ai eu continuo esse blog para meus experimentos jornalisticos e o outro eu uso como ferramenta de auto-promoção. Legal.
Bom, qualquer coisa eu aviso.
Até a próxima!
[Ps: eu andei asssitindo um anime muito cool chamado GTO: Great Teacher Onizuka. Muito bom!]
To passando aqui pra dizer que talvez eu crie um blog pessoal, não igual a essa porra que eu chamo de "blog jornalistico experimental". Eu não gosto de blogs, te expõem demais e minha vida nem é tão legal assim pras pessoas ficarem fuçando. Talvez eu o transforme num blog do axis, talvez... I dunno yet. É o mais provavel.
Falando no axis...
Estou com a idéia pra um disco muito interessante. Vai se chamar Zodiac. Tá muito legal. Isso eu explico depois.
Ai eu continuo esse blog para meus experimentos jornalisticos e o outro eu uso como ferramenta de auto-promoção. Legal.
Bom, qualquer coisa eu aviso.
Até a próxima!
[Ps: eu andei asssitindo um anime muito cool chamado GTO: Great Teacher Onizuka. Muito bom!]
sexta-feira, 19 de janeiro de 2007
Klaxons (Not Centaurs)
The Four Horsemen of 2012
(Pure Magick!)
Olá povo! Depois de algum tempo garimpando algumas coisas acabei parando nessa banda nova. Os auto-proclamados "4 Cavaleiros (do apocalipse, sabe?) de 2012" vieram de Londres (cidadezinha boa pra se montar uma banda hein?) e fazem um som bem inspirado na disco music, nas raves (talvez um pouco da Madchester) e no bom e velho pós-punk! É aquela coisa um tanto quanto indie, mas nada que seja muito cerebral, apesar de haver citações à Aleister Crowley (Magick) e William Burroughs (From Atlantis To Interzone). Lá na gringa eles são considerados da crescente cena New Rave (música dançante com pitadas de bastões fosforescentes). Deixo aqui a minha singela sugestão (que bonito que eu falei agora hein?) pra vocês ouvirem essa grande pequena banda (the next big thing e essa merda toda... essas cenas musicais de hoje viu...). Aproveitem que o disco deles sai dia 29 de Janeiro. Logo logo vaza na internet e assim todos poderemos ser felizes e ouvir Golden Skans!
Pra sugestão do que ouvir primeiro, digo aqui minhas favoritas: From Atlantis to Interzone; Gravity's Rainbow; Golden Skans (eu não gostei da primeira vez que eu ouvi, mas depois de ver ao vivo acabou me contagiando os "uhhhhhh, oh") e a cover The Bouncer.
Assinar:
Postagens (Atom)